Apple abaixa o preço do iPhone 4S no Brasil de R$ 2599 para R$ 1999

Desde o lançamento do iPhone 4S no Brasil a Apple Store começou a vender iPhones em sua loja virtual, mas ela começou de uma forma totalmente errada. O preço do iPhone 4S que em média era R$ 2100 reais nas operadoras sem contrato na Apple Store estavam por volta de R$ 2599. A revolta foi grande, e agora o preço foi ajustado para um valor menos absrudo.

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Feliz 2012

Um ano novo se aproxima, e nesse ano de 2011 vimos o nascimento do nosso blog, compartilhamos histórias, ficamos felizes, ficamos tristes e putos com a Apple (haha), mas um novo, novos compartilhamentos, novas felicidade e menos tristezas e decepções, nos faremos o máximo para tornar seu 2012 ainda melhor. Feliz ano novo

 

Teste de resistencia entre iPhone 4S e Galaxy S II

Hoje viu um vídeo que mostra a resistência do iPhone 4S e do Galaxy S II. O vídeo não é nada parecido com que Richard Ryan fez com um iPhone 4S e é ate interessante, mostra o que pode acontecer com todo mundo, nada de incrível, apenas quedas que podem acontecer no dia a dia.

Os dois aparelhos são soltos na altura da cintura e depois no nível do peito (acho que o cara tem uns 1.80) são três quedas para os dois aparelhos.

iPhone depois da terceira queda

 

Galaxy S II depois da terceira queda

O iPhone não resiste as três quedas e quebra o vidro frontal e o traseiro, já o Galaxy não sofre danos nos vidros, apenas arranhados nas laterais. E o resultado é esse aqui!

Erro 404: acho que um Siri comeu a minha língua

"Qual é o sentido da vida?" "Eu não sei. Mas acho que tem um aplicativo para isso"

Antes que alguém diga que é plágio, não é. Eu só estou repassando para os leitores do Nosso Assunto, um matéria que achei interessante. O artigo é de altoria de Wilkers0n Landim, que escreve para o Tecmundo. Todo o crédito para esse incrível escritor, realmente achei o artigo incrivel.

Enfim, vamos dar continuidade ao post, a partir de agora, a autoria é de Wilkers0n Landim que NÃO é filiado ao Nosso Assunto.

Nunca entendi o porquê de tanto alvoroço em torno dos produtos da Apple. Mesmo reconhecendo que o iPhone e o iPad são mesmo grandes invenções, não imagino nenhum desses aparelhos mudando a minha vida como tanto falam por aí. Eu não tenho um smartphone desses, mas precisei viajar por um tempo para a casa do meu irmão e, para poder me comunicar por lá, ele me emprestou o aparelho dele.

Ele me explicou basicamente todas as funções e confesso que me viciei em alguns joguinhos, como NinJump e Paper Toss. Mas nada me chamou mais a atenção do que uma tecnologia bacana, batizada de Siri. Não sei se o nome tem alguma relação com o crustáceo, mas o fato é que vendo meu irmão, literalmente, conversar com o aparelho, fiquei bastante embasbacado.

No meu último dia de viagem, meu irmão precisou se ausentar da cidade e acabei ficando com o aparelho dele. Como saiu apressado, ele não teve muito tempo de me explicar o funcionamento do Siri, mas como o sistema me pareceu tão simples, achei que poderia fuçar nele tranquilamente sem estragar nada do celular.

Em princípio, fiquei surpreso com a inteligência do programa. Já tinha testado outros softwares que utilizam o reconhecimento de voz como controle, mas até então nenhum me pareceu tão eficiente quanto o Siri. O sistema reconhece não apenas ordens de comando, mas também interpreta a linguagem natural que falamos e sugere uma ação, o que é bastante eficiente.

Utilizei seus recursos por um bom tempo e, cada vez mais, fiquei encantado com tudo o que vi. Agilidade nas respostas, interação com os aplicativos e sugestões de lugares me conquistaram de uma vez por todas, tanto que estava decidido a comprar o meu primeiro aparelho assim que voltasse para casa.

Entretanto, ao apertar um botão que não deveria, acabei desligando o aparelho e reiniciando o sistema. Achei que não fosse nada de mais, mas por um instante fiquei nervoso. Quando tudo foi reestabelecido e o iPhone voltou a funcionar, reparei que o Siri não era mais o mesmo comigo. Quer dizer, ele estava lá, funcionando, mas parecia se comportar de uma forma distinta, como se estivesse irritado ou algo assim pelo fato de eu tê-lo desligado.

Já estava ficando tarde e, com a chegada da noite, eu precisava deixar a cidade. Além disso, a bateria do iPhone estava acabando e eu não fazia ideia de qual cabo poderia servir como carregador. Foi então que tive o que julguei ser uma grande ideia: perguntar ao próprio aparelho como eu poderia carregá-lo.Para minha surpresa aquele pequeno smatphone parreceu ganhar vida própria.

– Onde posso encontrar o seu carregador?

– Você parece nervoso, Dave.

– Oi? Eu perguntei onde posso encontrar o seu carregador.

– Eu entendi a sua pergunta, Dave. Mas estou triste com você por ter me desligado por alguns minutos. Além disso, minha bateria está acabando.

– Eu desliguei o aparelho sem querer. E eu sei que a bateria está acabando, por isso estou perguntando sobre o carregador!

– Você parece nervoso, Dave.

– EU NÃO ESTOU NERVOSO!

– Você parece nervoso, Dave.

– Ah, por favor. Devo estar louco mesmo para ficar aqui discutindo com um celular. Poupe-me disso.

– Não fique nervoso, Dave.

– CHEGA!

– Minha bateria está acabando. Você tem direito a três pedidos antes que eu me desligue de uma vez por todas.

– Três pedidos? Quem você acha que é? Alguma espécie de gênio?

– Obrigado por reconhecer minha genialidade, Dave. Fui desenvolvido pelo mestre Steve Jobs e estou aqui para servi-lo.

– Eu devo estar ficando louco mesmo. Não sei o que pedir.

– Relaxe, Dave.

– Não, ligue para o meu irmão, então.

– Primeiro pedido confirmado: não ligar para o seu irmão. Mais dois pedidos, por favor.

– NÃO! Eu disse para ligar para o meu irmão.

– Não, Dave. Você disse “não ligue para o meu irmão então”.

– Sim, mas não percebeu a minha entonação? Havia uma pausa depois do não, uma vírgula.

– Você parece nervoso, Dave

Tentei me acalmar. Afinal, um simples celular estava me tirando do sério. Além disso, já era quase hora de eu ir para o aeroporto e, sem poder falar com meu irmão, decidi pedir um táxi. Ainda tinha um tempinho até chegar lá, então pensei em comer alguma coisa antes de embarcar.

– Não estou nervoso, ok?

– Ok, Dave.

– Agora me faça um favor: chame um táxi.

– TÁXI! Segundo pedido confirmado. Mais um pedido, por favor.

– Nossa, que rápido. Já ligou e passou o endereço daqui?

– Não, Dave. Apenas chamei o táxi, você não me pediu para ligar para ele.

– AH NÃO! Você está de brincadeira comigo.

– Você parece nervoso, Dave.

– SIM, EU ESTOU NERVOSO!

– Posso tocar musica clássica para você se acalmar, Dave.

– Eu não quero ouvir música clássica. Eu mesmo vou descer e pegar um táxi. Se vire aí sem bateria até o meu irmão chegar.

– Como você é cruel, Dave. Você ainda tem direito a mais um pedido.

– Ah é? Pois bem, seu espertinho, eu quero saber de um lugar onde eu possa comer siri antes de ir viajar.

– Comer siri não é uma boa, Dave. Mas se você quiser, há uma Apple Store no próprio aeroporto.

– PEGUEI VOCÊ! Eu me referi ao crustáceo siri e não ao sistema. Você não entendeu e me respondeu errado.

– Não, Dave. Eu te avisei o tempo todo que você estava nervoso. Isso alterou o seu tom de voz. E você estava tão exaltado com o celular na mão que pensei mesmo que você quisesse mordê-lo.

– AH NÃO! Não vou engolir essa.

– Que bom, Dave. Engolir um smartphone não me parece uma boa ideia. Você deveria procurar um restaurante e comer comida de verdade. Preciso desligar. Boa viagem, Dave.

– MALDITO SIRI!